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Foragido de Rondônia é preso após se casar na Expoacre

ResumoMatheus Oliveira de Assis, foragido da Justiça de Rondônia por tráfico de drogas, foi preso pela Polícia Civil em Rio Branco logo após participar de casamento coletivo na Expoacre 2026. A identificação ocorreu por reconhecimento facial durante o evento. O mandado de prisão em aberto motivou a ação imediata das autoridades.

Um foragido da Justiça de Rondônia foi preso pela Polícia Civil logo após se casar em um casamento coletivo na Expoacre 2026, em Rio Branco. Matheus Oliveira de Assis, 29, tinha mandado por tráfico e foi identificado por reconhecimento facial.

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Tatiane Rocha dos Santos
· · 3 min de leitura
Foragido de Rondônia é preso após se casar na Expoacre
Foto: Imagem ilustrativa · Vistok

Um foragido da Justiça de Rondônia foi preso pela Polícia Civil logo após se casar em um casamento coletivo na Expoacre 2026, em Rio Branco. Matheus Oliveira de Assis, 29, tinha mandado por tráfico e foi identificado por reconhecimento facial.

Foragido de Rondônia é preso após se casar em casamento coletivo na Expoacre 2026

Matheus Oliveira de Assis, de 29 anos, participou do casamento coletivo realizado na sexta-feira (7), em Rio Branco, oficializou a união e, pouco depois, acabou preso pela Polícia Civil. O caso aconteceu durante a Expoacre 2026, um dos maiores eventos do Acre.

O que aconteceu no casamento coletivo

Foragido da Justiça, ele tinha um mandado expedido em Porto Velho (RO), relacionado a um processo por tráfico de drogas, e ainda teria cerca de cinco anos de pena a cumprir em regime semiaberto. Segundo as informações divulgadas, o recém-casado teria sido identificado pelo sistema de reconhecimento facial utilizado na Expoacre.

O casamento coletivo é um evento que reúne casais para oficializar uniões de forma conjunta, geralmente organizado por cartórios e prefeituras. Em 2026, a cerimônia em Rio Branco aconteceu dentro da programação da Expoacre, o que facilitou a presença de muitas pessoas.

Como o reconhecimento facial atuou

O sistema de reconhecimento facial é uma tecnologia que compara imagens captadas ao vivo com bancos de dados de pessoas procuradas. No caso de Matheus, a identificação foi feita no momento do evento, o que permitiu que a Polícia Civil agisse rapidamente.

Essa tecnologia vem sendo usada em grandes eventos no Brasil para aumentar a segurança. Em 2026, a Expoacre já contava com esse recurso, o que mostra como a vigilância pode impactar até momentos pessoais, como um casamento.

O que acontece agora com o recém-casado

Matheus seguirá à disposição da Justiça acreana e em seguida será encaminhado ao sistema prisional de Rondônia onde cumprirá a pena. Ou seja, ele não ficará no Acre, mas voltará ao estado de origem para responder pelo processo.

Para quem acompanha o caso, a mensagem é clara: a Justiça não tira férias, e a tecnologia tem sido uma aliada na localização de foragidos. Mesmo em um dia de celebração, o mandado foi cumprido.

O que isso significa para você

Se você frequenta eventos públicos, saiba que sistemas de reconhecimento facial estão cada vez mais comuns. Isso não significa que você será vigiado de forma negativa, mas que a segurança pública usa essas ferramentas para localizar pessoas com pendências judiciais.

Para quem tem mandado em aberto, a recomendação é regularizar a situação antes de participar de eventos com esse tipo de monitoramento. como regularizar pendências judiciais

Perguntas Frequentes

Quem foi preso na Expoacre 2026?

Matheus Oliveira de Assis, de 29 anos, foragido de Rondônia, foi preso após se casar em um casamento coletivo na Expoacre 2026.

Por que ele tinha um mandado de prisão?

Ele tinha um mandado expedido em Porto Velho (RO), relacionado a um processo por tráfico de drogas, com cerca de cinco anos de pena a cumprir em regime semiaberto.

Como a polícia o identificou?

Segundo as informações divulgadas, ele foi identificado pelo sistema de reconhecimento facial utilizado na Expoacre.

Para onde ele será levado?

Ele seguirá à disposição da Justiça acreana e depois será encaminhado ao sistema prisional de Rondônia para cumprir a pena.

Casamento coletivo é seguro?

Casamentos coletivos são eventos oficiais, mas a presença de sistemas de segurança pode levar à identificação de foragidos, como ocorreu neste caso.

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Tatiane Rocha dos Santos

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