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Defesa de vítimas de confusão em escola de Rio Branco anuncia medidas jurídicas

ResumoAdvogado Luiz Sousa dos Reis Júnior anunciou medidas jurídicas criminais e civis para apurar agressões verbais e físicas sofridas por seus representados em episódio ocorrido em escola de Rio Branco na quarta-feira, 9. O defensor afirmou que as vítimas da confusão escolar serão amparadas em ações para responsabilizar os autores dos ataques.

Advogado Luiz Sousa dos Reis Júnior afirma que representados sofreram agressões verbais e físicas em episódio na última quarta-feira, 9, e que serão adotadas providências criminal e civil para apurar o caso.

HB
Heloísa Brandt
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Defesa de vítimas de confusão em escola de Rio Branco anuncia medidas jurídicas
Foto: Imagem ilustrativa · Vistok

Advogado Luiz Sousa dos Reis Júnior afirma que representados sofreram agressões verbais e físicas em episódio na última quarta-feira, 9, e que serão adotadas providências criminal e civil para apurar o caso.

A defesa das funcionárias envolvidas na confusão registrada na última quarta-feira, 9, em uma unidade de ensino de Rio Branco informou que adotará medidas nas esferas criminal e civil para apurar o episódio. A manifestação ocorre após o caso ganhar repercussão em veículos de comunicação local, com relatos de que a mãe de um estudante teria entrado na escola e se envolvido em agressões contra profissionais da educação.

Em nota à imprensa, o advogado Luiz Sousa dos Reis Júnior, que representa vítimas do episódio, afirmou que os envolvidos já foram ouvidos e que estão sendo tomadas providências para acompanhar a investigação, preservar provas e realizar os exames periciais considerados necessários.

Segundo a defesa, os relatos colhidos até o momento apontam que todos os representados teriam sido alvo de agressões verbais dentro da escola e que alguns também teriam sofrido agressões físicas em diferentes momentos. As circunstâncias, conforme a defesa, ainda estão sob apuração das autoridades.

O caso foi noticiado por veículos de imprensa local após informações de que uma mulher teria entrado em uma sala de aula para abordar um adolescente. Durante a confusão, duas professoras teriam sido agredidas, e a Polícia Militar foi acionada. A ocorrência teria sido acompanhada por estudantes que estavam na instituição.

Defesa se manifesta sobre relatos de bullying

A nota também aborda versões divulgadas sobre supostos episódios de bullying envolvendo um estudante da unidade de ensino. A defesa afirma que tomou conhecimento dessas alegações e defende que qualquer relato dessa natureza seja investigado pelos canais institucionais, sobretudo quando envolver crianças ou adolescentes em situação de vulnerabilidade.

Ao mesmo tempo, o advogado sustenta que eventual ocorrência de bullying, mesmo que venha a ser comprovada, não justificaria agressões físicas contra alunos, professores ou outras pessoas.

"Eventual situação de bullying, ainda que posteriormente comprovada, não legitima reações violentas nem autoriza agressões físicas contra estudantes, profissionais da educação ou qualquer outra pessoa", diz trecho da manifestação.

A defesa acrescenta que a proteção dos estudantes e dos profissionais da educação deve ocorrer de forma conjunta e afirma que professores que intervêm em situações para preservar alunos ou restabelecer a segurança no ambiente escolar também precisam ter a integridade física e psicológica resguardada.

Imagens, documentos e depoimentos serão acompanhados

De acordo com o advogado, serão adotadas as providências consideradas cabíveis nas esferas criminal e civil. Eventuais medidas administrativas também poderão ser tomadas, caso sejam consideradas juridicamente pertinentes após a apuração das circunstâncias e dos vínculos das pessoas envolvidas.

A defesa informou ainda que acompanhará a preservação de imagens, documentos, registros internos, depoimentos e laudos periciais que possam contribuir para esclarecer a dinâmica do episódio.

No documento, o advogado afirma que a manifestação não busca antecipar responsabilidades nem alimentar confrontos públicos, mas apresentar a posição das pessoas que representa diante da repercussão alcançada pelo caso.

"As vítimas representadas confiam nas instituições e aguardam uma apuração célere, técnica e imparcial, com respeito aos direitos de todos os envolvidos", conclui a nota da defesa.

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